quarta-feira, 22 de junho de 2011

Altos e Baixos!!

Como explicar os altos e baixos da vida?
Seja em qualquer aspecto, pra tudo tem uma explicação.
Para um endocrinologista, as constantes alterações de humor pode ser hipotireoidismo, para ginecologista, tem haver com a TPM ou colocam a culpa no coitado dos hormônios (eita descontrole – estes não têm domínio próprio! Srsrs..). No trabalho, isso é o que se chama de estresse, se mora longe da família, isto tem o nome de saudade, e ainda tem aqueles que afirmam ser falta de namorado(a). Para os estudantes é falta de sono, enfim, as vezes é até divertido receber estes diagnósticos!

Justificativas a parte, a questão é que muitas e muitas vezes esquecemos o propósito de nossa vida. Esquecemos a essência dela!

Esquecemos que apesar de ter sido criado para ser forte e feliz, o projeto do “ser humano”, foi manchado e a estrutura não é mais a mesma!

Por isso ao mesmo tempo que nos empenhamos em um grande projeto, somos abatidos pela melancolia. Após uma grande vitória, vimos à dificuldade de conservar o troféu! Após a tarefa realizada, procuramos algo para “preencher o que falta”. Após grande desafio, enfrentamos o medo.

Na Bíblia temos um grande exemplo de glória e decadência, na história do rei Salomão. No livro Profetas e Reis, pág. 20, fala: “Mas depois de uma manhã grandemente promissora, sua vida foi entenebrecida pela apostasia... Aquele que havia sido honrado por Deus de forma tão marcante com o toque do divino favor que sua sabedoria e retidão conquistaram para ele fama mundial; aquele que tinha levado outros a renderem honra ao Deus de Israel, voltara-se da adoração de Jeová para se curvar ante os ídolos do paganismo”.

Mas o que ocorre com o ser humano? Porque após tanta certeza e demonstração em suas crenças cai em um nível tão baixo que age totalmente ao oposto do que em algum tempo crera?

A verdade é que este não é um processo repentino. É gradual.

Mas o que fazer para perceber este declínio e assim evitá-lo?

Para explicar de uma forma clara, temos por premissa o inicio da vida. Não tem como fugir dela. Tirando qualquer sentimentalismo ou situação em que nos encontramos, analisemos o projeto “ser humano”.

No livro de Genesis, nos capítulos 1,2 e 3, vemos o breve relato do início da humanidade:

“No princípio criou Deus os céus e a terra.
E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
E disse Deus: Haja luz; e houve luz.
E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.
E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.
E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.
E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi.
E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.
E disse Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca; e assim foi.
E chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares; e viu Deus que era bom.
E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente está nela sobre a terra; e assim foi.
E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente está nela conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom.
E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.
E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos.
E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi.
E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas.
E Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra,
E para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Deus que era bom.
E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.
E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus.
E Deus criou as grandes baleias, e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies; e toda a ave de asas conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom.
E Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares; e as aves se multipliquem na terra.
E foi a tarde e a manhã, o dia quinto.
E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado, e répteis e feras da terra conforme a sua espécie; e assim foi.
E fez Deus as feras da terra conforme a sua espécie, e o gado conforme a sua espécie, e todo o réptil da terra conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom.
E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.
E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.
E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.
E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento; e assim foi.
E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto.
Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados.
E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.
E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera.
Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o SENHOR Deus fez a terra e os céus,
E toda a planta do campo que ainda não estava na terra, e toda a erva do campo que ainda não brotava; porque ainda o SENHOR Deus não tinha feito chover sobre a terra, e não havia homem para lavrar a terra.
Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra.
E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.
E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado.
E o SENHOR Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal.
E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços.
O nome do primeiro é Pisom; este é o que rodeia toda a terra de Havilá, onde há ouro.
E o ouro dessa terra é bom; ali há o bdélio, e a pedra sardônica.
E o nome do segundo rio é Giom; este é o que rodeia toda a terra de Cuxe.
E o nome do terceiro rio é Tigre; este é o que vai para o lado oriental da Assíria; e o quarto rio é o Eufrates.
E tomou o SENHOR Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.
E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente,
Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.
E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.
Havendo, pois, o SENHOR Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome.
E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea.
Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar;
E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão.
E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.
Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.
E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam.
Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?
E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos,
Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais.
Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis.
Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.
E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.
Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.
E ouviram a voz do SENHOR Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do SENHOR Deus, entre as árvores do jardim.
E chamou o SENHOR Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás?
E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.
E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?
Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi.
E disse o SENHOR Deus à mulher: Por que fizeste isto? E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi.
Então o SENHOR Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isto, maldita serás mais que toda a fera, e mais que todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida.
E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida.
Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo.
No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.
E chamou Adão o nome de sua mulher Eva; porquanto era a mãe de todos os viventes.
E fez o SENHOR Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.
Então disse o SENHOR Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente,
O SENHOR Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado.
E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida.

Como observamos no texto acima o ser humano foi feito a “imagem e semelhante de Deus” . O projeto estava conforme o arquiteto tinha imaginado, cada datelhe. Era perfeito!
Entretanto a obra-prima não acatou uma observação feita pelo mestre da obra e caiu, “tornou-se conhecedor do bem e do mal”.

Aí esta o motivo destes altos e baixo do ser humano!
E o único meio para manter este equilibrio é ter como consultor e guia o grande criador do ser humano. E como tê-lo? Indo a Ele diariamente em estudo de sua palavra e oração. Estudando a história do grande resgate da decandencia da humanidade a glória novamente, esta glória se dará no dia em que o mestre vier nas nuvens do céu com glória e majestade, conforme citado em Mateus 24:30: “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória”.
No caso de Salomão, a partir do momento em que confiou em sua sabedoria, dom que Deus havia lhe concedido, sem ter Deus presente que iniciou seu declinio.
“Procurando fortalecer suas relações com o poderoso reino que ficava ao sul de Israel, Salomão aventurou-se no terreno proibido. Satanás conhecia os resultados que acompanhariam a obediência; e durante os primeiros anos do reinado de Salomão – anos gloriosos por caussa da sabedoria, beneciciência e retidão do rei – ele procurou introduzir influências que traiçoeiramente minassem a lealdade de Salomão ao principio, e o  levassem a separa-se de Deus.” (Profetas e Reis, pág. 21).
Salomão começou a fazer alianças com os reinos pagãos, e para concretizar a aliança tomava como esposa as filhas destes reis. “E Salomão se aparentou com Faraó rei do Egito; tomou a filha de Faraó, e a trouxe à cidade de Davi” (1Rs 3:1).
Ellen G. White diz que o plano de Salomão era através de seu poder e exemplo, fazer com que suas esposas abandonassem seus deuses pagãos e voltasse à adoração do verdadeiro Deus. (Profetas e Reis, pág. 21). Aos olhos humanos, este é um plano excelente! Mas conforme a própria autora descreve, Salomão confiou em sua força, influencia e sabedoria, considerou-se suficientemente forte para resistir às influências com as associações pagãs.
Aos poucos em vez influênciar, passou a ser inflluenciados por suas esposas.” Ergueu Salomão um imponetnte bloco de edificios para serem usados como santuários idólatras... Para satisfazersuas esposas, colocou enormes ídolos”. (Profetas e Reis, pág. 23).
Da glória à decadência;
De nobre carater à debilitado;
De forte à fraco;
De usar sabedoria de poupar crianças a consentir com em cultos estranhos onde crianças são queimadas vivas.
Da perfeição à mácula;
Do bem ao mal;
De sábio à tirano;

Assim é o ser humano sem Deus.

“Pobre, frágil natureza humana Pouco pode Deus fazer por homens que perdem o senso de dependência dEle” (Profetas e Reis, pág. 24)

Curitiba/PR, 22 de junho de 2011.

Glauciane M. Borcem

domingo, 19 de junho de 2011

Sabedoria

Numa rápida procura sobre sabedoria na internet, encontramos várias definições, dentre elas que:

Sabedoria é grande fundo de conhecimentos; saber; qualidade de sabedor; prudência; ciência; razão.

Outra que: “Sabedoria (em grego Σοφία, "sofía") é o que detém o "sábio" (em grego σοφός, "sofós"). Desta palavra derivam várias outras, como por exemplo, φιλοσοφία -"amor à sabedoria" (filos/sofia). Há também o termo "Phronesis" - usado por Aristóteles na obra Ética a Nicômaco para descrever a "sabedoria prática", ou a habilidade para agir de maneira acertada". É um conceito diferente de "inteligência" ou de "esperteza". Mesmo para "sophia" há conceitos diferentes: muitos fazem distinção entre a "sabedoria humana" e a "sabedoria divina" (teosofia). Sabedoria humana seria a capacidade que ajuda o homem a identificar seus erros e os da sociedade e corrigi-los. Sabedoria divina será provavelmente a capacidade de aprofundar os conhecimentos humanos e elaborar as versões do Divino e questões semelhantes.

A Biblia revela que:
“O temor do Senhor é o principio da sabedoria...” (Salmos 111:10).
“Feliz o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento...”. (Provérbios 3:13)

Afinal, o que é sabedoria na prática?

Hoje lendo o livro Profetas e Reis, me deparei com a história de Salomão. Ali a autora faz menção da fonte de sabedoria de um dos grandes reis de Israel. O que me fez refletir sobre esta palavra num sentido real para nossa vida hoje.

Quantas e quantas vezes não nos deparamos com definições e definições de sabedoria. Mas o que é exercer sabedoria? Seria passar no vestibular da tão sonhada universidade? Ou quando temos que tomar decisões sensatas como aonde ir no sábado à noite? Ou seria não correr risco de vida? Ou Evitar se relacionar com alguém que não compartilha dos mesmos precipícios de vida? Ou sabedoria seria saber discutir assunto de política, economia, religião, respeitando a opinião do outro? Ou ainda sabedoria seria a capacidade em aumentar nosso patrimônio de forma honesta? Enfim... O que é sabedoria?!

Na realidade a verdadeira sabedoria não tem nada haver com estas definições, estas são apenas reflexos de nossas atitudes, sonhos, prioridades, vontades e desejos.

Vivemos de uma maneira tão desatenta à nossa realidade, que confundimos facilmente definições como estas. E que muitas vezes são motivos de intrigas, desentendimentos, raiva. Sentimentos que não nos levam a lugar algum. A icios religiososde Israel, mediante sance do seu poder e fama que repousava a verdadeira glue lias, nos leva para bem longe da verdadeira fonte de sabedoria.

Em João 8:32, ele disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará".
Sabedoria é estar disposto em cada instante de nossa vida está perto dAquele que é fonte da verdadeira sabedoria. Segundo a autora norte americana Ellen G. White: É reconhecer nossa pequenez, assim como Salomão reconheceu: “Não passo de uma criança, não sei como conduzir-me” (1Rs 3:7).

Não é a posição que temos, as decisões que tomamos, os bens que conquistamos, os sonhos realizados, que nos dá santidade de caráter e sim honrar a Deus e obedecer a Seus mandamentos, só assim o homem se torna verdadeiramente grande e sábio. (Profetas e Reis, pág. 8 – versão condensada).

“Por algum tempo, Israel foi a luz do mundo, revelando a grandeza de Jeová. Não era na sua preeminente sabedoria, fabulosas riquezas, ou no vasto alcance do seu poder e fama que repousava a verdadeira glória do início do reinado de Salomão; mas na honra que ele levara ao nome do Deus de Israel, mediante sábio uso dos dons do Céu.” (Profetas e Reis, pág. 10 – versão condensada).

Então termino concluindo uma citação bíblica que decorei em minha adolescência quando freqüentava o clube de Desbravadores: “De tudo o que tens ouvido a suma é: teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isso é dever de todo o homem”. (Ecl. 12:13).


Curitiba/PR, 19 de junho de 2011.


Glauciane Borcem.